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Partidas e Chegadas

Partida
Anna Paes

Doce fim de uma borboleta
Ao  se quedar  inteira
Sobre a flor.
Viveu
Amou
Sofreu
(.........)

Anna Paes
14/08/2009
Brasilia-DF - 20h04

.................

Partida
Maria Thereza Neves

Desfolhando asas e dores
tenta ainda o último vôo
nos aromas da flor...
Sonhou
poesias deixou
eternizou
(..........)

Maria Thereza Neves
15/08/2009
Juiz de Fora- MG -05h11

................................

Partida
Aurea Miranda

Quem parte leva uma parte
de quem fica
- quem se parte -
talvez sentindo-se nada...
Mas talvez significa
que a espera da mesma parte
seja o milagre da arte
retornando
na chegada.

Aurea Miranda
15/08/2009
Porto Alegre - 16h22

......................................

Chegada
J.J. Oliveira Gonçalves

Acordou
Voou
Pousou
No céu das borboletas..
E sobre a flor
Deixou a esguia simetria
Envolta em Luz!

JJotaPoeta
15/08/2009
Porto Alegre/RS - 14H59min
Partida
Lenir Castro

olhos desbotados
de abandono.
conduzem asas doídas.
quem as vê, assim sem rumo,
em existência fugaz,
contempla só a beleza
e raramente a dor da brevidade
da vida, que sempre as refaz....

Lenir Castro - Niterói - RJ
16.082009 
 
Partida e Chegada

Pousou serena sobre a flor
Brincou com o vento
Partiu invisível
Deixou sua sombra
Que ficou amando a luz da flor
Chegou brilhante
No mundo fantástico das borboletas...

Sandra Lúcia Ceccon Perazzo
(Sperazzo)
21/08/2009
São Paulo/SP

Em destaque por Anna Paes às 20h46
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Brincando com a Lua

Lua cheia
Eliane Couto Triska

Por que te calas sem resposta?
Acaso há doçura no papel
prata, que tingistes com o mel
da cor do dia que está morta?

Canoas-RS/Brasil


Lua nova
Cândido

Escondo a face... Me farto,
Das coisas que tu afirmas,
Anseio chegar ao quarto,
Para dormir nas minhas rimas.

Portugal


Lua crescente
Otto

Lua mulher virgem crescente
Alimenta meu sonho indecente
Quero-te Àrtemis que me seduz
Desperta meu Eros que em ti reluz

Rio-RJ/Brasil


Lua minguante
Gui Oliva

É tanta luz mulher faceira
faz dos nove prova parideira,
mas sem choro delirante
salta o tempo de minguante!

10/12/08
Santos/SP-Brasil



Lua safada
Cândido

Da Lua Nova estou farto
Porque ela é muito feia
"Anada de quarto em quarto,
Depois aparece cheia".

Portugal


Lua cheia
Anna Paes

Cheia de amor para ti dar
Navega no céu a Lua
Fica toda e fica metade
Só para te agradar.

Brasília


Lua sem vergonha
Otto
 
Essa lua que vive cheia de si
Sabe bem que essa noite eu a vi
Apareceu nua para todos no céu
Nem se importou ou cobriu com véu

http://www.anna.paes.nom.br/
http://voceemdestaque.zip.net
http://poesiaeart.sites.uol.com.br/
http://diariogeral.zip.net


Em destaque por Anna Paes às 15h46
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Bruxarias!

 

De uma brincadeirinha nasceram tres poeminhas de amigos muito queridos:

1- BRUXO
Sidney Santos

Hoje virei um bruxo
Mas de feitiço de luxo
No caldeirão, pimenta
Vê se você agüenta

Pra aumentar o calor
Fogo de vermelhas rosas
Incrementando o amor
Só pra você ficar prosa

Palmeiras do fruto baiano
Poção do vento praiano
Suave luz de lua nova
Pra ver se você me aprova

Mas se você resistir
Vou tentar outra alquimia
E para o amor existir
Será você minha poesia.




2- FEITIÇO
Aníbal Albuquerque

Se o feitiço funcionar,
a bela e roxa bruxinha
vai no meu colo sentar
com essa mesma roupinha.

Com as coxinhas formosas,
que a linda bruxinha tem,
passarei horas gostosas,
num eterno vai-e-vem




3- RECEITA CASEIRA

Aurea Miranda

Alho, cebola, salsinha,
um quilo de camarão,
manjericão e farinha
na devida proporção.
 
No tempero refogado,
os crustáceos vou dourar,
reservando-os com cuidado,
para então me dedicar
 
a despejar na água fria
farinha solta da mão,
acrescentando alegria
enquanto apronto o pirão.
 
Feito o colchão de farinha,
junto o camarão dourado,
e após uma pimentinha,
vai para o prato enfeitado.
 
Assim não se faz feitiço?
Ora, experimenta, vai:
porque foi mesmo com isso
que mamãe prendeu meu pai.


Em destaque por Anna Paes às 20h25
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Em Destaque esta semana: LIDIA EUGENIA

Lidia Eugênia foi uma das primeiras pessoas que conheci pela net e me convidou a fazer parte de seu estimado e muito bom, grupo de imagers e mensagens

Mundo dos Acessórios.

Foi quando iniciei na arte da formatação e não parei mais.

Lidía, meu carinho!

Anna Paes

SE OU QUASE

Lídia Eugénia

Quase ousei
desta máscara me livrar,
queria que me visses,
por dentro e por fora..

Quase arrombei
esta maldita porta
que  me trava
e me impede de amar


Quase tentei
esta vestimenta rasgar
queria que descobrisses
o que escondo de todos

Quase  sonhei
que a ti me entregava
cheia de ardor e paixão.

Que pensamentos tolos!!!

Veio o despertar
era quase realidade
o sonho que sonhei.
Se fosse de verdade
o quase não existiria
 em meu coração!!!

***

Em Silêncio.
Delasnieve Daspet
 
Sem aceno.
Sem um gesto.
Saberás que parti,
No silêncio.
Respeitando o mundo surdo
Em que viviamos.

Mas sabemos
Que antes de morrer
Ainda ouvirei
Teus passos no corredor.

Ninguém disse que seria fácil.
Com a idade aprendi que posso
Ser eu mesma
Não tenho a ilusão de dualidade.

E em busca da liberdade
Mãos invisiveis guiaram
Para o caminho das flores.


Em noites escuras de lua nova
Estarei contigo,
E num olhar triste e profundo
Te direi de toda a tristeza
Do mundo.
............................................

O  meu grito
Lídia Eugénia


O meu grito...
por que ele não sai?
O que diria ou gritaria?
 Rouco?
Louco?
Sufocado?
Ensimesmado?
Recolhido?
Mas .... e dai?
Que saia, que vá para o além...
Que  seja afinal um amém!
Estas sensações
só assim...
De coisas, de pessoas que sumiram
Que partiram...
Estas  tristes emoções,
com o meu grito liberto,
 o peito livre e aberto...
Teriam  afinal um fim.
 

***

O que  quero
Lídia Eugénia


Liberdade!
 não feches a porta.
deixa sair minha fala,
 não me digas : te  cala..
quero  igualdade!!

Quero destravar,
com a chave do amor
 e finalmente abrir
este coração
tangido, encolhido,
 meu pensamento
 precisa sair,
  sussurrar ou gritar
 de dentro de mim sumir
dá-me a tua mão,
neste momento
ajudá-me, encorajá-me,
não quero mais viver
escondida
 não quero mais saber
se sou bendita  ou bandida

quero a luz do dia
 quero o escurecer da noite
quero uma vida sadia
de dia recatada
de noite mundana
 Que me importa
que usem o açoite
 que falem, censurem.
Liberdade, contigo
vou muito além,
sei que serei feliz assim,
pois não mereço castigo!

.......................................................
CARINHOSAMENTE
Luiz Poeta ( sbacem – rj ) – Luiz Gilberto de Barros
www.luizpoeta.com
 
 
Toma minha chave, abre esse cadeado
Sem pressa, sem alarde, vagarosamente...
Contempla tuas asas, tens um sonho alado,
Dá um passo, salta ! E voa... carinhosamente.
 
Afaga o azul do céu aberto e... chora !
Deixa tuas lágrimas voarem no infinito;
Não és mais sozinha, agradece a Deus... Ora !
E vê que o teu amor é algo bom... e é tão bonito...
 
Voa além do céu, além do azul, por sobre o mar,
Vê como teu ser é generosamente  grandioso
Tens o dom sutil, puro de crer, doce  de amar
Liberta esse amor, eterno amor... maravilhoso.
 
Solta-te de ti, escolhe o chão, pisa o caminho
Que tua paixão, tua emoção mais desejar;
Teu amor precisa de atenção e de carinho,
Solta esse amor feito de dor do teu olhar.

***

Ler Pensamentos
Lídia Eugénia

como podes
ler meu pensamento
como tens conhecimento
como sabes
o que me angustia a'lma
a filosofia do carma
o antes, o agora , o depois
de onde viemos
onde estamos
para onde vamos
seremos unos os dois?

***


INSPIRAÇÃO
Lídia Eugénia


 Não entendo essa vontade de escrever
algo muito forte dentro de mim
parece que está gritando!
Tento me distrair
mas é em vão.

Não consigo deter
esse impulso enfim..
Me estás chamando?
Queres me destruir?
Existe porém um senão!

Nunca deixarei que o faças
Atenderei ao teu chamado.
Pensas que me laças?
Estás enganado!

Estou aqui contigo
E agora, o que queres?
Impulso vadio...
Inspiração?
Me irritas ao me forçares.
Não fujo, te enfrento!
Curto é o meu pavio! 

***


 ÚLTIMA ESTROFE

Lídia Eugénia

quero lá saber da última estrofe?
senão tenho a poesia inteira,
 não me mandes nada!
quero a verdadeira!
 estou ficando chateada,
  danada!
em ti não ponho mais fé.

 a poesia inteira,
quem sabe me agradaria
agora só um pedaço...
sabes o que faço?
 não  a quero
 e nem leria...
porque  quereria?
e tampouco
  sou chegada
ao pouco..
só me serve o tudo
ou então o nada

eres louco?
melhor ficares mudo
digo e repito
não me mandes nada

***

O Telefone

Lídia Eugénia

O Telefone toca, toca e não atendes...
A ligação, o elo que nos unia,
o fio pelo qual transmitíamos nossos pensamentos,
Agora silenciou.

Penso...  penso...
Queria poder te falar o que sinto,
o que penso,
Queria principalmente
ouvir o som de tua voz...

Chegando aos meus ouvidos
 Em carinhosos murmúrios,
 Silêncio é a resposta constante ao meu chamado.

Então, não podendo falar,
não podendo ouvir,
começo a pensar em ti,
e pensando em ti intensamente,
começo a conversar contigo
e surpreendo-me quando
mentalizando conversas e perguntas,
ouço-te respondendo-me e conversando.

Não sinto mais o silêncio, a solidão,
pois estás, afinal comigo.

Em destaque por Anna Paes às 19h55
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Destaque dedicado aos Amigos OLGA KAPATTI.K e EUGÉNIO DE SÁ

Lágrima _ Essência da alma!
Olga Kapatti.k

A lágrima tem sua nascente
no mais íntimo do homem,
brota-lhe por um sentimento forte
a lhe tocar o coração:
__Uma emoção!

É o desejo que aflora.
É a alegria pungente
do amor que retorna.
É a dor da saudade
que invade.
É o lampejo do ser
a mostrar-se
sem disfarces.

O homem se preocupa
quando não consegue
mais chorar .
Sente que lhe secou
a emoção,
que lhe falta algo que acalma,
que lhe falta a essência da alma! 

***

 
Por bem querer
Eugénio de Sá
 
 
Alma formosa, de uma essência rara,
Que mais procuras, que mais brilho queres?
- Esplendeces na terra na floral aurora,
Resplandecem no céu os teus poderes.
 
D’ambrósia vives, em néctares te sacias
Pairas qual fêmea que Juno protege.
 - P’ra te alcançar favores diz-me das vias;
Hei de segui-las, cego, isso me rege.
 
Vestal, cujo altar tanto venero;
Por ti, envergarei dogma austero
Por ti, me negarei outros contentos.
 
E se minh’alma justa a considerares
E por bem te merecer, a aspirares
Que ela saiba da tua esses intentos.
_____
 
Perdoem-me, meus versos
Eugénio de Sá
 
 
Perdoem-me, meus versos, se eu não soube
Fazer de vós a glória das paixões
Falar de amor com a tal exaltação
Que arrebata todos os corações
Quando se invadem dessa comoção
 
Perdoem-me, meus versos, se eu falhei
Ao dar em vós expressão à caridade
E ao aduzir-lhe o valor do perdão
Quis convincente ser à saciedade
Falando da sublime redenção
 
Perdoem-me, meus versos, se a revolta
Nem sempre vos marcou no que escrevi
Ao querer denunciar tanta vileza
Mas nem sempre dei voz ao que senti
Porque esta se embargava p’la tristeza
 
Perdoem-me, meus versos, eu quisera
Fazer de vós a voz de uma justiça
Que mitigasse a fome a que a tem
E que a paz transformasse em sã premissa
P’ra o futuro do mundo que aí vem

 
***


Menino da rua
Eugénio de Sá

Sobrevive num canto, numa enxerga
De um muceque qualquer, de qualquer parte
E a revolta c’o mundo não o verga
À vontade que o quer como um descarte
 
Menino que perdeste todo o viço
Quem foi que te matou as ilusões?
Quem se esqueceu que és um compromisso
Se tantos como tu são multidões?
 
Pobre menino nem sabes que o pó
Que te dão pra vender não é mais nada
Que o carrego da cruz na tua estrada
 
Da rua vens e nela tu te arrastas
Ajudado de longe p’lo sorriso
D’ inimputáveis, a quem lhes és preciso
 
***


Memória de um amor
Eugénio de Sá
 
Queres um soneto, far-te-ei então
um que de mim te lembre esta ventura
que sinto ao recordar-te com ternura
do tanto que me deste em emoção
 
E se a saudade for demais no peito
que te alberga junto ao coração
se a nostalgia me tomar o jeito
Cá estarei a lembrar tua afeição
 
Nestas coisas do amor não há vitórias
pois se a sério não for nem restam estórias
 nem derrota sentida de o perder
 
E que aos amantes seja conhedida
por mais águas que passem nesta vida
a bonita memória de o viver
 
***


Não mais, amor, não mais!
( Eugénio de Sá )
 
Não mais cruzamos luzes num olhar
Não mais nobres momentos partilhamos
Se um tempo aconteceu que nos amamos
Não mais nos damos tempo para amar
 
Mais te daria amor se inda coubesse
Mais tempo desse tempo que foi teu
Mas a vida passou, tempo venceu
Não mais amor, não mais, inda quisesse
 
Não mais luares, não mais arrebois
A dourar de beleza o coração
Não mais repetir erros sem perdão
 
Não mais flores, não mais doces beijos
A sagrar em estesia dois amantes
Não mais nos amaremos com antes 

***


Mau grado, as minhas mãos...
Eugénio de Sá 
 
Por detrás destas mãos houve vontade
Hoje sem ela não têm expressão
Que lhes dê corpo e gesto de verdade
Pois sem vontade não há emoção
 
Estas mãos que aqui vês são só matéria
Sem nervos e sem força ou movimento
São as extremidades da miséria
Desta alma que as manda sem alento
 
Daí que as minhas mãos hoje não sejam
Mais do que úteis amparos deste corpo
que oram juntas enquanto o fim almejam
 
E quando enfim cruzadas sobre o peito
Me acompanharem no sono derradeiro
Que eu encontre o perdão nesse meu jeito

***

( Honra e glória aos marinheiros portugueses )
Nau das descobertas
Eugénio de Sá
 
 
Ímpio este mar que se ergue firmemente
Frente à proa da nau que nele se afunda
Em cada vagalhão, fauce iracunda
De um novo Adamastor fero e potente
 
Que quer de nós? - Pergunto firmemente
E o imenso oceano à nossa pequenez
Responde com violência e altivez
Noutro golpe de mar, poderosamente
 
De presto chega o dia e a bonança
Consigo traz contida na temperança
Alguma calma ao coração cansado
 
E logo na amurada os olhos ousam
Fitar duas gaivotas que ali pousam
Na esperança de escutarem mais um fado
 
 Licença Creative Commons
Estas obras estão licenciadas e protegidas
 ©2002

Em destaque por Anna Paes às 22h57
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.::Sobre Mim::.


Eu sou Anna Paes, moro em Brasília, nasci em Itumbiara - Goiás. Criei o Poesia Em Destaque para prestar uma singela homenagem aos Amigos e Poetas que chegam em minha telinha todos os dias.
Então este Blog é SEU, é NOSSO! Obrigada e sejam
::.bem vindos.::
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Com(passo)
Anna Paes

Escrevo
Enquadro
Apago

Abr)o( com(passo)
)lento(
Giro

Num esquadro
90 graus
Encho o espaço
Traço

Desisto
Não é isto.
Apago

Recomeço

Num com(passo) aberto
360 graus
Revejo...
Que traçado indecente!
Não apago!

Giro
(É a vida...
Em círculos... sem fim!)


***


Graves e Agudos..
(Tanto mar a nos separar!)
Anna Paes


Em algum lugar
Meus olhos encontram os teus.
Neste lugar recebemos
As bênçãos de Deus.


Em algum lugar
Nossas mãos se procuram
Em carícias demoradas
Sentimos nosso corpo vibrar.


Em algum lugar
No tempo presente
A distancia desaparece,
A ausência não existe.


Nossos corações batem uníssonos,
Uma suave melodia
Em sol maior.


A natureza se enche de poesia,
No ar espalha a melodia
Entre graves e agudos gemidos,
É o hino da vida.


Em algum lugar
Hás de me encontrar
Juntos dançaremos nossa melodia,
Não será mais simples fantasia.


Meus olhos serão espelho
De teus desejos,
Teus olhos o reflexo do meu amor.


Neste mar de sentimentos
Vem nadar... Vem amar...
Até se cansar.

Anna Paes




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